Não é difícil para mim assistir um super enlatado e tirar algo de bom.
Coach Carter não tem nada de mais, e, minha sorte foi ter visto este filme num dia de inspiração. Nestes devaneios me pego pensando sobre o que é a relização, o que é o sucesso? Também sobre o que nos impede de alcançar o que queremos. Tudo bem, muitas vezes não realmente queremos. Projetamos um futuro inatingível para nos manter na desculpa de não chegar até lá. Já dizia alguém (famoso, só não lembro quem) que tememos o "Sim" pois o "Não" nós já temos. Sim é mudança, e Não, estagnação.
Segue a transcrição de uma fala do filme que merece espaço aqui:
"
Nosso medo mais profundo não é sermos incapazes. Nosso medo mais profundo é termos poder demais.
É nossa luz, não nossa escuridão que mais nos assusta.
Jogar pouco não agrada ao mundo. Não há nada de luminoso em se diminuir para que outras pessoas não se sintam inseguras à sua volta.
Fomos feitos para brilhar como as crianças. Não está só em alguns de nós, mas em todos nós.
E ao deixarmos nossa própria luz brilhar, inconscientemente permitimos que os outros façam o mesmo.
(...)
Já que nos livramos de nosso próprio medo, nossa presença automaticamente libertará os outros.
"
Por favor, não tenham medo de serem ótimos.
Deixem de ser bons. O bom, como dizia Collins, é inimigo do ÓTIMO!
Namastê
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
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