Ok, o texto não é meu, é da Candice (preciso dizer isso pois pretendo chegar com os dois olhos em Dubai). Aproveito, não é pelo fato de ser minha amiga, ela é ótima:
Numa sexta-feira qualquer, na saída do Parque de Rodeio de Marau, depois de um piquenique, algumas pessoas estão querendo voltar às suas casas. Mas encontram o portão fechado. Como cada um reagiu?
CANDICE: Senta na primeira pedra que encontra, abre uma gelada e começa a falar... Galera! Eu vi um dia no programa... Qual era o programa mesmo? Bom. Não sei. Mas era uma situação bem parecida com essa. Só que o portão era de ferro, tipo aquele que tem naquela loja lá do lado da coisa... Como que é... Aquela, irmã da outra, que tem aquele carro meio cinza... Sabem? Mas do que que eu tava falando mesmo?
RICARDO: Pára na frente de todo mundo... Une as duas mãos na frente do corpo, de um jeito que as palmas não se encostem... Só os dedos. Leva as mãos pra perto dos olhos... Um pouco em cima do nariz. Respira... E diz: Gente. Pela logística a gente teria que analisar esse portão de um ângulo alternativo e criar uma solução que nos fizesse resolver esse impasse de uma maneira digamos assim: magnífica.
ROSI: Pergunta se ainda tem cerveja e chama o Thiago pra sentar em algum cantinho. Acende um cigarro, fuma tranquila e, quando termina, se aproxima do portão na maior calma, pula, e começa a "dar pezinho" pra todo mundo.
THIAGO: Obedece a Rosi e vai pro cantinho... Mas de vez em quando dá uns gritos pra galera: - O, veiarada, vamo dá um jeito de dá uma camurfiada nesse portão senão já me inervo e amurfino ele a soco.
SABRINA BETTU: Encontra uma parte de terreno plana e reúne a galera num círculo. Primeiro introduz o assunto... Bah, olha só... Deve ter alguma explicação razoável para este portão estar fechado. Pode ser por motivo de segurança. Será que aconteceu alguma coisa grave aqui algum dia? Pois é, porque, se aconteceu, isso seria uma explicação perfeitamente razoável... Depois busca a solução: Então... Como que a gente podia fazer? Vamos nos dividir em grupos? De quantos? Cada um escreve num papel duas opções de como a gente poderia sair daqui. Ou seria melhor escrever três opções cada um?
JARDEL: Fica andando de um lado pro outro tentando acalmar a galera e pensando alto: Tá louco. Logo hoje que vai ter janta no salão de festa. Já pensou se o pessoal chega? E ainda por cima esqueci de tirar a carne do freezer. Não posso fazer isso com a galera. Consulta o i-pec, descobre que vai chover dentro de 21 minutos, mas também localiza o Agui Gaio que chega ali pra destrancar o portão. (PS.: tudo foi devidamente registrado por suas lentes).
SABRINA BORTOLON: Olha com muuuuuuuuuita preocupação pro portão. Fica com uma cara superséria e começa... Eu tinha certeza que isso ia acontecer um dia! Só comigo acontece uma coisa dessas. Deveria ter seguido o meu horóscopo da revista que dizia para evitar obstáculos hoje. Mas logo larga: Isso é deboche! Parece aquela piada do carinha que chegou na blablabla... E passa o resto da noite emendando uma piada na outra
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
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Um comentário:
Isso não me descreve mais!
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